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E se hoje fosse o teu último dia?
Ando numa fase bem pensativa... sobre passado, presente e futuro. E enquanto ouvia ‘If today was your last day’ dos Nickelback, deu-me para questionar sobre o tema da música. São poucas as coisas das quais me arrependo, hummm... pensando bem, não me arrependo de nada, pois é somente através dos nossos erros e das situações vividas que aprendemos e evoluímos, mesmo que tenhamos sofrido, vale sempre a pena, porque a vida seria muito ‘sem graça’, sem emoção, se tudo fosse cor de rosa! Tenho vários sonhos e vontades, que espero que se realizem e às vezes deixo de fazer algo por ficar a pensar se deveria ou não, como afectará o meu futuro, etc. Mas e se hoje fosse o último dia? Ah... aí tudo seria diferente!! Eu pelo menos faria vaaaaaaaaarias coisas (que talvez hoje não tenho coragem)! Largaria o meu emprego, realizaria todos os meus sonhos de consumo, ficaria bem mais próximo das pessoas que amo, viajaria… Bem, teria uma lista enorme e o tempo não seria suficiente. Poderia ser a última semana, o último mês e não o último dia? É que seriam muitas coisas para fazer... E você? O que faria se hoje fosse seu último dia? "O amor aprende-se! A alegria constrói-se!" De um dos episódios de uma das séries que mais gosto, ficou-me na cabeça uma fala de uma das personagens…”O amor aprende-se! A alegria constrói-se!”… Lembram-se daquela famosa e inesquecível frase "E foram felizes para sempre...", que sempre finalizava as histórias de contos de fadas num tom infalível?! Ela dá-nos a nítida impressão de que todos nós temos um(a) príncipe(princesa) encantado(a) ou uma fórmula mágica à nossa espera e que, ao encontrá-lo ou descobri-la, inevitavelmente seremos felizes para sempre; como se o simples facto de decidirmos ficar ao lado de alguém fosse suficiente para nos garantir a felicidade eterna... Certamente muitas pessoas diriam: "Que pena que isso não basta!", mas a verdade é que felizmente essas histórias de amor perfeito, par perfeito, pessoas perfeitas e vidas perfeitas não passam de contos de fadas! Embora tenham uma importância didáctica e significativa na infância, todos nós crescemos e, definitivamente, não somos personagens encantados de histórias infantis! Somos reais... humanos... somos uma infinidade de sentimentos bons e ruins, dúvidas, assombros, surpresas, qualidades e, acima de tudo, seres imperfeitos. Que maravilha! Isso quer dizer que, a cada dia, podemos aprender coisas novas, descobrir novos caminhos, voltar atrás nos nossos erros ou, pelo menos, tentar não repeti-los mais! Podemos crescer, mudar, transformar, experimentar novas sensações, novas situações... enfim, isso quer dizer que o nosso caminho nunca termina; que a nossa vida não se resume num final feliz ao encontrarmos a "companhia encantada" ou solucionarmos um problema. Temos que viver intensamente cada dia da nossa preciosa vida. Temos que aprender a amar, dividir, perdoar, envelhecer, errar e consertar, esquecer, relembrar, comemorar, aceitar, enfim, sermos nós mesmos dentro deste surpreendente acontecimento que é a oportunidade de viver. O mais difícil, muitas vezes, é admitirmos os nossos próprios enganos, mas na medida em que conseguimos compreender que é através desta imperfeição que podemos tornar-nos mais humanos, mais cativantes e mais maduros, é que conseguiremos caminhar naturalmente em direcção à grandeza da humanidade. Muitas pessoas preferem deixar de viver a ter de admitir e assumir as consequências das suas falhas. Talvez pareça mais fácil abandonar a própria vida do que lutar para se transformar em alguém melhor. Apesar de, geralmente, acreditarem que pôr fim à própria vida seja uma atitude corajosa e nobre, aqueles que tomam esta radical decisão estão apenas a embebedar-se dos seus próprios desenganos e a perder a oportunidade divina de aprenderem a serem felizes. O amor aprende-se; a alegria constrói-se; ser feliz é uma escolha que cabe somente a cada um de nós. Ninguém pode ser qualquer coisa pelo outro, porque somos únicos, somos especiais, somos exclusivos. A espera intrínseca de cada diaNascemos já com o hábito de esperar. Parece que essa mania está imersa no nosso DNA. Estamos sempre à espera de qualquer coisa. Senão vejamos. Vivemos à espera da volta daquele amor da adolescência que foi embora sem nos dar explicações. Sonhamos e simplesmente esperamos que ele volte num final de tarde de domingo, entre o arco-íris, ao som de "All You Need is Love" e a andar de bicicleta, com um enorme sorriso no rosto. Esperamos. Adoramos esperar pela ideia. Aquela ideia milagrosa que nos vai salvar de todos os problemas. A ideia que vai encher a nossa conta bancária, que nos vai fazer comprar aquele carro de sonho que só vemos em capas de revista. É essa a ideia que adoramos esperar. Esperamos a sorte. É sempre assim. Vivemos na espera de que ela bata à nossa porta vinda do nada. Quando muito, esperamos que essa sorte venha por meio de uma promoção no trabalho ou por uma aposta premiada do euromilhões. Mas, cá entre nós: muitas vezes chegamos atrasados ao trabalho e nem jogamos no euromilhões. Mesmo assim, esperamos. Estamos, também, sempre à espera de dias melhores. E que esses dias cheguem justamente no exacto momento em que o mundo parece desabafar sobre as nossas cabeças. Esperamos que esse dia surja por detrás da nuvem negra, trazendo a harmonia, a felicidade e tudo que o esperamos ser bom. Mas esperamos. Apenas. Vivemos à espera do surpreendente. Um surpreendente indefinido que nem sequer tem forma ou cor. É a velha mania de que a solução dos nossos problemas está justamente naquilo que nem sabemos do que se trata. O surpreendente. É exactamente isso que esperamos. Estamos sempre à espera de paz. Meu Deus, a paz! Como é bonita essa paz! Mas esperamos com contemplação. E esperamos que essa paz esteja escondida numa esquina qualquer, perdida por aí. Esperamos encontrá-la na beira da estrada, no caminho que percorremos todos os dias, quem sabe; ou no banco do comboio que utilizamos todos os dias. Vá-se lá saber. E que, assim que a encontrarmos, tudo se irá resolver. Esperamos que passem as saudades que sentimos daquele amigo, da mesma forma que a dor de cabeça no final de um longo dia de trabalho se vai embora logo no primeiro gole daquela bebida que adoramos. Esperamos que esse amigo nos venha visitar e ele, coitado, que nós o visite-mos. Enquanto isso, nós esperamos. Simplesmente. Vivemos à espera. Sentados ou não, estamos sempre assim: a esperar. Tenho alguma dificuldade em enquadrar-me neste tipo de atitude… a vida ensinou-me a lutar por aquilo que quero e a não baixar os braços quando as coisas não correm de feição… até porque a vida só faz sentido dessa forma… no entanto, às vezes confesso que adormeço no meu modo de viver e me deixo levar pela ‘onda’… felizmente que este estádio dura sempre muito pouco… enfim, pensamentos que surgiram ao ouvir a música que anexo… muito bom! A vida é feita de momentosA vida é feita de pequenos momentos. Uma frase que todos conhecemos porque se apregoa ao sete ventos… mas será que todos a compreendem de verdade? Bons e maus, tristes e alegres, a vida é realmente feita de momentos, e vivê-los é o nosso dever, a nossa obrigação. Se a vida fosse só alegria, iríamos tornar-nos negligentes para com ela e não daríamos o verdadeiro valor que ela merece. Acomodar-nos-íamos e ela perderia completamente a graça e o sentido, pois é na adversidade que se forja o carácter do verdadeiro guerreiro, é nas dificuldades que nasce o desejo de dar a volta por cima e de triunfar. É importante que cada um de nós saiba viver da melhor maneira possível todos esses momentos. Os momentos bons e alegres, curti-los; os maus e tristes, enfrentá-los; pois não dá para fugir nem deixar os problemas de lado. Os momentos de felicidade devem ser vividos intensamente; os momentos de incertezas devem ser vividos e superados, pois só assim sairemos fortalecidos das nossas lutas e batalhas quotidianas. Quanto às oportunidades, devemos estar preparados para agarrá-las com unhas e dentes, para que as mesmas não escapem das nossas mãos. Devemos viver cada oportunidade que aparece nos nossos caminhos, para não corrermos o risco de nos arrependermos mais tarde e, por consequência, lamentarmos as que foram perdidas. O notável Charles Chaplin, escreveu: "...Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem se atreve...E a vida é muito para ser insignificante..." Portanto... Devemos viver cada momento, aproveitar cada oportunidade, amar se for preciso, apaixonarmo-nos se tivermos vontade… Na vida o que vale a pena é tentar, é ousar, é atrevermo-nos, é não desistir, é não desanimar, é acreditar nas possibilidades. Foco... Todas as coisas que podem ser comparadas podem ser trocadas e têm um preço; aquelas que não podem ser comparadas não podem ser trocadas, não têm preço, mas dignidade. Immanuel Kant É por isso que nos devemos focar no que realmente não tem preço...
Para viver um grande amorPara viver um grande amor, antes de mais é preciso ter coragem... Pois muitos falam, sonham e desejam um grande amor, mas poucos têm a bravura indómita, coisa essencial para enfrentar as legiões de covardes, frustrados e amargos que nos rodeiam, não raro, formadas por parentes e “amigos do peito” pródigos em conselhos e fórmulas de vida que curiosamente os fazem viver infelizes. No entanto, se é preciso coragem para viver um grande amor, ela é, sobretudo necessária para enfrentar e vencer o maior inimigo de todos: nós mesmos. Para viver um grande amor é vital ser capaz de sonhar... Pois sem os sonhos é impossível sentir o delirante, enleante e repousante do que é amar. É preciso, como diria o poeta, ser louco capaz de falar, ouvir e entender estrelas, é preciso ter fé, pois assim como esta, o amor está fundado no invisível e em “razões” a princípio impossíveis, mas com certeza sentidos e vividos. Para viver um grande amor é preciso queimar no insano fogo da paixão... Pois assim como para ser adulto antes se é criança, não se pode amar sem antes se apaixonar. Quanto mais a paixão te tornar ridícula e desvairada diante do mundo, mais provavelmente devemos sentir-nos abençoados, pois, quanto maior for o nosso delírio, maior a probabilidade de essa paixão se tornar num grande amor maduro. Para viver um grande amor é essencial ser absurdamente forte... Pois o caminho que nos leva ao éden necessariamente nos levará ao inferno de dor tão ou mais lancinante que a ventura . Um grande amor é vivido entre as sombras e a luz, entre o viver como um deus e padecer como o mais vil mendigo; Ser forte para chorar dolorosamente, engolir as lágrimas e seguir em frente com a pessoa amada. Para viver um grande amor é preciso ter força para persistir e lembrar que nada muito bom vem sem um alto preço, mas no final, ao olhar para trás veremos que o que vivemos valeu a pena. É necessário também ser forte não só para vencer, mas para ser vencido e o mais difícil, aceitar a vitória. Para viver um grande amor é imprescindível ter a inteligência dos pés no chão... Sem isso jamais entenderemos que o amor vem justamente quando a paixão fenece. Quando não há o ardor, o desespero, a ânsia e o desejo incontrolável diminuem, quando não há mais o olhar constante nas horas, aflito com o próximo encontro. O amor chega numa sensação de calma e paz, justamente quando o nosso alguém está lá, com todos os defeitos e sem nenhum tipo de artifício, e ainda assim, ele é simplesmente essencial para a nossa vida. Sem os pés no chão é impossível permanecer nas nuvens. Mas tudo o que foi escrito aqui é inútil e não fará nenhum sentido se nesta curta, hostil e inglória aventura da vida, onde todos entram debatendo-se em choro e se vão da mesma forma desdita, nós, como a maioria, jamais tivermos a sorte de encontrar o amor na nossa vida, pois para viver um grande amor, antes de mais devemos estar muito atentos, porque ele é raro e poucos são felizes por encontrarem pelo menos um. Eu continuo à procura... porque a vida só faz sentido se acreditarmos que é possível...
O que significa cativar?“Só conhecemos o que cativamos – disse a raposa – Os homens deixaram de ter tempo para conhecer o que quer que seja. Compram as coisas já feitas aos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens deixaram de ter amigos. Se queres um amigo, cativa-me! – E tenho de fazer o quê? – disse o principezinho. – Tens de ter muita paciência. Primeiro, sentas-te longe de mim, assim, na relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas podes-te sentar cada dia um bocadinho mais perto… O principezinho voltou no dia seguinte. – Era melhor teres vindo à mesma hora – disse a raposa. – Por exemplo, se vieres às quatro horas, às três, já eu começo a estar feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sinto. Às quatro em ponto hei-de estar toda agitada e toda inquieta: fico a conhecer o preço da felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca vou saber a que horas hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito… Precisamos de rituais. – O que é um ritual? – disse o principezinho. – Também é uma coisa de que toda a gente se esqueceu – disse a raposa. – É o que torna um dia diferente dos outros dias e uma hora diferente das outras horas.” Antoine de Saint-Exupéry
Simplicidade Tornamo-nos seres mais completos quando conseguimos multiplicar momentos simples e, com uma naturalidade sôfrega, sugar-lhes a essência. Se durante o sono do sol, fizermos o somatório da simplicidade de cada gesto, de cada palavra, de cada sorriso, descobriremos a explicação para a sensação de bem-estar que nos enlaça. Quanto menos complicarmos as circunstâncias, as situações, os sentimentos, melhor e mais espontâneo será o curso dos dias. Na simplicidade, podemos correr riscos, desafiar medos, partir à aventura da descoberta do outro. Podemos dispensar os mecanismos de auto-defesa e acreditar no desuso de máscaras e artefactos ornados por artesãos autodidactas. O que é simples é mágico e, por isso, também, pouco acessível à maioria das pessoas. O que é simples, em regra, é espontâneo e ainda assim incapaz de escapar à nossa necessidade de complicar. O que é simples é, hoje em dia, quase impraticável, porque baralha os nossos raciocínios formatados. O que é simples preenche-nos. Viver e sentirNuno Guerreiro - "Tento saber"
Tento saber como é que vai ser, se posso viver sem ti
Tento fugir mas eu só penso, na hora em que estás aqui Tu nunca vens e quando apareces, finges que não há nada Deixas-me só sempre a pensar, que chegamos ao fim da estrada Pode parecer que sou livre, mas eu estou preso a ti Às vezes disfarço e não consigo Mas eu só penso na hora em que estás aqui Ligas para mim, eu vou até ai, depois dizes que não podes Prometo que não te quero ver mais, até que tu não me largues Não vejo ninguém vou por aí, deixo passar as horas Chamo-te nomes grito contigo, e tu dizes que me adoras Pode parecer que sou livre mas eu estou preso a ti Às vezes disfarço e não consigo e eu só penso na hora em que estás aqui Tento manter a calma às vezes, parece que não te ligo Pode parecer até que te esqueço, mas só quero estar contigo Tento dizer adeus e tu deixas, sempre uma porta aberta Tento esconder e fujo para noite, acordo de uma directa Pode parecer que sou livre, mas eu estou preso a ti Às vezes disfarço e não consigo Penso que esta música tem a ver com todos nós, pois são poucas as pessoas que já se apaixonaram, amaram e foram sempre correspondidas. Todos temos uma paixão louca não correspondida. E por vezes é melhor um não logo no princípio que... "deixar a porta aberta"… quando a fecham mais tarde, ou temos de ser nós a fechá-la acabamos por sofrer ainda mais... Primazias de tempo... ou serão contrariedades?O post de hoje foi rabiscado enquanto ouvia a música que se segue… fiquei fascinado desde que a ouvi pela primeira vez num anúncio de TV e não descansei enquanto não descobri o nome do seu vocalista. Gary Jules é o nome deste cantor a solo e a música chama-se “Mad world”. all around me are familiar faces
worn out places worn out faces bright and early for the daily races going no where going no where their tears are filling up their glasses no expression no expression hide my head i wanna drown my sorrow no tomorrow no tomorrow and i find i kind of funny i find it kind of sad the dreams in which i'm dying are the best i've ever had i find it hard to tell you i find it hard to take when people run in circles its a very very mad world mad world children waiting for the day they feel good happy birthday happy birthday and i feel the way that every child should sit and listen sit and listen went to school and i was very nervous no one knew me no one new me hello teacher tell me what's my lesson look right through me look right through me and i find i kind of funny i find it kind of sad the dreams in which i'm dying are the best i've ever had i find it hard to tell you i find it hard to take when people run in circles its a very very mad world mad world enlarging your world mad world Os afazeres profissionais, domésticos, sociais entopem-nos a agenda de dias banais. Vamos cedendo a convites, a eventos, a marcações, sem permitir que a verdadeira vontade intervenha. Frequentemente, há coisas combinadas ou vagamente faladas que nos impedem de estar com pessoas importantes para nós. Dessa forma quase desinteressada, sentimo-nos a esvaziar. A carência de emoções autênticas passa a preencher as páginas da nossa vida. Há dias que são verdadeiros pontos de confrontações interiores entre o que temos que fazer e o que deveríamos fazer. De um lado, aquilo que sabemos que nos faria certamente mais felizes no momento que respiramos; do outro, aquilo que esperamos que, um dia, venha a justificar certas decisões. Sempre quis ter tempo para estar com quem gosto, sem prazos. Todavia, quando as solicitações eram várias, ressurgia o sentimento de frustração por não conseguir chegar a todos no tempo devido. Percebi demasiado tarde que não consigo atender às atenções indirectas que me exigem. Falho no modo como não me entrego. Desenvencilho-me mal das desculpas reais. Há quem as julgue inverdades e têm toda a legitimidade, porque também eu gozo do mesmo direito para as assumir e, simultânea e contraditoriamente, as repudiar e me envergonhar delas. Terei deixado que muita coisa se tivesse sobreposto. Agora, respeito os meus limites, por mais que poucos se dêem conta. As tarefas que me roubam tempo, que são exigentes, que me esgotam a paciência e me pedem perseverança, escravizam-me. Porque as faço? Isso é simples. Há sempre uma razão íntima, fútil ou nobre, que me move para a sua concretização e que faço questão de conservar secreta. Luminoso despertar"If every day is an awakening, you will never grow old. You will just keep growing." Gail (Sheehy) Este é o lema que pretendo carregar comigo para todo o sempre. Fazer da vida um eterno renascer! Quero continuar a crescer e a aprender diariamente. Quero usar as minhas experiências boas e más para me refazer, me reconstruir a cada momento. Cheguei aos meus 27 anos com quase tudo aquilo a que tenho direito… sim, quase tudo… pelo menos do que ambiciono por agora e que possa ser atingido de forma realista (sim, não podemos cimentar as nossas ambições com base em 5 números mágicos e 2 estrelas, até porque hoje sei que a vida é muito mais do que isso…). No entanto, não perco muito tempo a pensar nesse quase que falta para completar o todo. Afinal, e seguindo as orientações de uma cigana que encontrei em Sevilha à cerca um ano atrás, tudo indica que viverei até 70 anos… e acreditem ou não, parecia estar bem certa do que estava a dizer! Naquele momento fiquei um pouco triste… costumo apregoar aos 7 ventos que irei viver até aos 100! Vá, tentem compreender que em pouco mais de 5 minutos a senhora me tirou 30 anos de vida, mais anos do que aqueles que tenhos… não é propriamente algo fácil de acatar logo à primeira… mas a verdade é que, sendo assim, ainda tenho uma vida inteira pela frente! Não vivi sequer 1/3 ainda… Mas voltando ao meu raciocínio inicial, o da análise ao meu percurso de vida… lembram-se? Pois é, e o ter quase tudo implica notar as primeiras rugazinhas a quererem dar o ar da sua graça, a necessidade de controlar o peso e a alimentação por causa da barriguinha… ah pois, ou pensam que pretendo ter a imagem do homem típico barrigudo?! E depois, o cansaço e o stress de segurar as rédeas da própria vida e correr muito atrás de um presente e um futuro tranquilos e felizes… Senti-me extremamente feliz em alguns momentos e extremamente triste noutros. Senti coisas que nunca pensei que pudesse sentir… mas dei a volta por cima! Consegui recuperar sentimentos que sempre estiveram comigo, mas que certas experiências quase me levaram a perdê-los. O destino foi muito bom comigo. Colocou no meu caminho as pessoas certas. Por isso posso dizer que cheguei aos 27 anos muito feliz comigo mesmo e muito satisfeito com a pessoa em que me estou a tornar. Não, hoje não é o dia do meu aniversário… mas sinto que tal como a cada aniversário ou a cada novo ano que começa, estou a entrar num novo ciclo na minha vida! Lá fora é como se o mundo continuasse o seu ritmo normal e eu me transformasse à velocidade do Concord! Muita coisa está a mudar… Uma fase mais adulta e responsável em que grandes mudanças se verificam e objectivos pessoais são redefinidos. Sinto-me dono da minha vida e perfeitamente capaz de a conduzir sem qualquer tipo de ‘bengala’ e isso faz-me sentir muito bem… Sou livre, desimpedido, não tenho mulher, namorada, filhos… Ok, seria hipócrita se dissesse que não sinto falta disso, até porque considero algo fundamental na nossa vida e faz parte dos meus planos futuros, mas lá virá o tempo em que essas coisas aparecerão… não penso muito nisso, gosto de seguir ao sabor do vento – ao contrário do que dizem muitos dos que julgam conhecer-me – mas também confesso que sou exigente! Acima de tudo sei bem o que não quero! Não me considero superior a ninguém, mas tenho o maior respeito por mim próprio. E as más (ou boas, dependendo da perspectiva) experiências que tive, fizeram valorizar-me a mim próprio acima de tudo o resto e saber aquilo que mereço. Mas adiante… Sou um eterno apaixonado pela vida! Há dias uma amiga comentou que não percebia como eu conseguia acordar todos os dias bem disposto… bem, a resposta está no post anterior, sou galo! Ok, apesar de ser verdade, estava a brincar! A razão é que valorizo a vida, vivo com o coração! Às vezes não é muito positivo porque a maioria das pessoas estão habituadas a camuflar sentimentos e a minha espontaneidade e transparência fazem-lhes alguma impressão… tentam, mas não são felizes porque não estão bem consigo próprias, apesar de o apregoarem aos 7 ventos (o objectivo aqui não é fazer com que os outros se acreditem, mas sim tentar que o eco das suas palavras as faça acreditar que é verdade, e por isso o gritam bem alto). Mas voltando ao meu raciocínio, quando aprendemos a valorizar as pequenas coisas da vida, um simples sorriso, um gesto simpático, o chilrear vigoroso dos pássaros quando chega a Primavera, a brisa do mar e o cheiro a protector quando chega a época balnear, os mimos de alguém especial, e tantas outras coisas que vocês também conhecem, todo se torna bem mais belo. Problemas todos temos! Mas não devemos fazer deles a nossa vida! Até porque, como costumo dizer, ter problemas é um luxo que não está ao alcance todos, apenas para aqueles que vivem bem e que deveriam dar mais valor ao que têm em vez de se lamentarem pelo que não têm. Não acreditam?! Uma criança na Etiópia não tem problemas, a necessidade de lutar diariamente pela sobrevivência não lhe dá sequer esse direito! Por isso eu amo a minha vida, e acordo feliz a cada novo dia pela extraordinária oportunidade que me é concedida de aproveitar a beleza no mundo em que vivemos por mais um dia! Há quem diga que isto é filosofia barata… respeito a livre opinião de cada um, mas também o meu objectivo não é arranjar uma legião de seguidores nem tão pouco provar a alguém o que quer que seja! Partilho apenas a forma como vivo e penso, sem qualquer intenção camuflada. Despertei! Dedico grande parte da minha vida aos outros porque acredito que só assim a nossa vida faz sentido, valorizo as amizades verdadeiras porque só conseguiremos seguir o nosso rumo se estivermos rodeados de boas energias, não de falsidade! Mas a verdade é que andei um pouco perdido… esqueci-me de mim próprio! E isso fez-me viver de antagonismos, rodeado de falsas amizades e de energias muito negativas… deixei que sanguessugas vivessem à custa da minha boa vontade e se apoderassem daquilo que considero mais valioso em mim! A minha opinião e vontade própria! Felizmente, e mesmo sem se aperceber, uma amiga fez-me abrir os olhos. Às vezes precisamos que alguém exterior nos dê um abanão, quando estamos demasiado envolvidos nas tramas do oportunismo humano. Mas o que importa agora é que estou de volta! E melhor do que nunca! Quero manter viva a minha crença de que a vida é um eterno despertar e que não envelhecemos, mas crescemos, amadurecemos, esforçamo-nos diariamente para sermos pessoas cada vez mais felizes e cada vez melhores. Enquanto escrevia, ouvia uma música que me diz muito e está em tudo relacionada com o que fui escrevendo… penso que conhecem! Galo (JI)Horóscopos… quando se fala sobre este tema, as opiniões divergem sempre. Mas eu acredito! Afinal a astrologia é uma ciência… e apesar de as previsões diárias poderem não se reflectir exactamente da forma como são descritas, são indicações importantes. Mas mais do que a previsão diária que, confesso, muitas vezes me passa ao lado, valorizo a descrição que é feita para cada signo.
Obviamente de existem variáveis externas, explicáveis também pela própria astrologia, como o signo ascendente ou a lua, que de certa forma poderão contribuir para a definição física e psicológica das pessoas mas, regra geral, são um bom ponto de partida. Não para que nos afastemos dos que são menos compatíveis connosco, mas sim para que os possamos compreender melhor e reduzir os atritos que surgem, muitas vezes, da incapacidade em aceitarmos as pessoas como são e tentarmos mudar o que não pode ser mudado de forma alguma. Como costumo dizer, há que compreender em vez de julgar! Hoje recebi um e-mail que uma amiga me enviou com a descrição do signo Galo no horóscopo chinês, por considerar ser a descrição exacta da minha pessoa. Já tinha visto algumas descrições do meu signo no horóscopo oriental, mas confesso que nunca me pareceram tão repletas de realidade em relação à minha pessoa. Descreve-me correctamente da primeira à última linha, o que chega a ser um pouco incomodo… mas também interessante… Eu estou a postos
Para anunciar a chegada do dia, E para anunciar a sua partida. Eu fortaleço-me com a pontualidade e a precisão. Todas as coisas serão recolocadas no seu "devido lugar". Eu sou o capataz exigente. O administrador sempre vigilante. Eu procuro ordem perfeita no meu mundo. Eu represento a dedicação inquebrável. EU SOU O GALO (LAU, 1979) "As pessoas nascidas sob o signo de Galo, detestam ver as coisas desorganizadas pois são eternos perfeccionistas e muitas vezes decepcionam-se com suas próprias fraquezas e revoltam-se contra os seus próprios erros. Por isso, gostam de administrar tudo e todos em torno deles, da mesma maneira que fazem consigo mesmos, perfeitamente bem. Sempre preciso e eficiente, o nativo de Galo também é crítico com a menor falha e não é dotado de muito tacto natural. Eles "possuem uma irresistível atracção pela novidade, pelo que é diferente. Vivem a vida com um entusiasmo contagiante, fazendo de cada dia algo único e inesquecível." (CLAIRE, 1986). O Galo é considerado um dos signos mais combativos: "Os nativos de Galo nunca recuam diante de perspectivas de uma boa briga" (Ad, 2003). Para alguns estudiosos, eles são "extremamente nervosos, precipitando-se constantemente para um e outro lado, em busca de novas emoções. A não ser que concentrem os esforços para controlar esta tendência, expõem-se a tornar-se desorientados e a negligenciar os deveres mais importantes" (KEIZI, 1988). Para melhor ou pior o Galo tenta converter todos para a sua maneira de sentir e de pensar. Normalmente é centro das atenções: parcialmente porque acredita que merece, mas, secretamente, não está convencido disso. Os nativos deste signo são contra a autoridade. Se estão no comando, tudo corre bem, do jeito deles. Caso contrário, as pessoas que se cuidem. Eles detestam obedecer. É franco e gosta de dizer as coisas no momento oportuno: "Perdoará tudo o que você fizer, mas não antes de desabafar, com um enérgico sermão, aqueles sentimentos de mágoa que estão no seu peito. Depois disso não guardará rancores, pois ele não é de natureza vingativa" (LAU, 1979). As vezes são egoístas e consideram-se superiores no seu modo de pensar, sentir e agir. Isto cria sérios problemas e, por isso, normalmente tropeçam nas coisas mais simples. São ambiciosos: é raro encontrar um Galo inactivo. Emocionalmente, o natalício de Galo não é estável: "Ele tem frequentes e amplas variações de humor" e tome cuidado para não deixar um Galo irritado, ele é muito intenso quando ama ou quando odeia, e a indiferença não faz parte de seu vocabulário." (Fonte desconhecida) No silêncio das palavras...“Se você não consegue entender o meu silêncio de nada irá adiantar as palavras, pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos.” (Oscar Wilde) Dixie Chicks - Easy Silence
When the calls and conversations Accidents and accusations Messages and misperceptions Paralyze my mind Busses, cars, and airplanes leaving Burning fumes of gasoline And everyone is running And I come to find a refuge in the Easy silence that you make for me It’s okay when there’s nothing more to say to me And the peaceful quiet you create for me And the way you keep the world at bay for me The way you keep the world at bay Monkeys on the barricades Are warning us to back away They form commissions trying to find The next one they can crucify And anger plays on every station Answers only make more questions I need something to believe in Breathe in sanctuary in the Easy silence that you make for me It’s okay when there’s nothing more to say to me And the peaceful quiet you create for me And the way you keep the world at bay for me The way you keep the world at bay Children lose their youth too soon Watching war made us immune And I’ve got all the world to lose But I just want to hold on to the Easy silence that you make for me It’s okay when there’s nothing more to say to me And the peaceful quiet you create for me And the way you keep the world at bay for me The easy silence that you make for me It’s okay when there’s nothing more to say to me And the peaceful quiet you create for me And the way you keep the world at bay for me The way you keep the world at bay for me The way you keep the world at bay E você, já encontrou esse 'easy silence'? Apenas um pouco de céu... Esta fotografia foi tirada por um amigo durante uma viagem a Barcelona, Cidade que adorava conhecer mas cuja data da viagem teima em fugir no tempo… Trata-se do famoso edifício “La pedrera de Gaudi” e este foi o registo da visão que ele reteve. A essa visão eu dei o nome “Um pouco de céu“… Por vezes não necessitamos mesmo de mais nada, apenas de um pouco de céu… Mafalda Veiga tem as palavras certas e a ilustração perfeita para esta imagem e para o que hoje me assola, numa música com o mesmo nome. A letra e a música ficam já a seguir… Só hoje senti que o rumo a seguir levava pra longe senti que este chão já não tinha espaço pra tudo o que foge não sei o motivo pra ir só sei que não posso ficar não sei o que vem a seguir mas quero procurar e hoje deixei de tentar erguer os planos de sempre aqueles que são pra outro amanhã que há-de ser diferente não quero levar o que dei talvez nem sequer o que é meu é que hoje parece bastar um pouco de céu um pouco de céu só hoje esperei já sem desespero que a noite caísse nenhuma palavra foi hoje diferente do que já se disse e há qualquer coisa a nascer bem dentro no fundo de mim e há uma força a vencer qualquer outro fim não quero levar o que dei talvez nem sequer o que é meu é que hoje parece bastar um pouco de céu um pouco de céu Corpo femininoEste post chega com um dia de atraso… mas a intenção foi mesmo essa… por considerar que a Mulher não deve ser encarada como uma minoria, como é habitual em cada dia internacional que se comemora… Toda a minha vida tive o privilégio de viver rodeado de Mulheres, e ainda hoje os meus melhores amigos são Mulheres… daí que para além dos amores, elas estejam bem presentes na minha vida… Não vou mais uma vez escrever sobre o Dia Internacional da Mulher ou sobre o que penso sobre as Mulheres… porque penso que sobre isso já disse tudo o que tinha a dizer, pelo menos por agora… Se tiverem curiosidade, e para os que não leram alguns desses posts, deixo-vos o link: - Dia Internacional da Mulher - Mulher Apesar disso, não queria deixar passar esta data em branco, e atendendo ao mundo em que vivemos, decidi partilhar, um texto de Paulo Coelho acerca da opinião do Homem quanto ao corpo feminino. Claro está que partilho desta opinião na íntegra e atendendo ao seu conteúdo, será um post inteiramente direccionado às Mulheres. “Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber o seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor ideia de qual o número da sua roupa. A nossa avaliação é visual, o que quer dizer que se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheiinhas, femininas... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fracção de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. As suas modas são rectas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. A maquilhagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam connosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulémica e nervosa logo procura uma amante cheiinha, simpática, tranquila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a você, porque nunca terão uma referência objectiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda. As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em Setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tiram a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo ao longo da sua vida, não tiveram anos 'em formol' nem em SPA’s... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesarianas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto.” (Paulo Coelho) E esta música, para acompanhar. Convertam a letra para a Mulher, enquanto um todo... ...coisas da vida.... No silêncio dos meus pensamentos hoje vi-me envolvido num aglomerado de pensamentos que penso muito e exteriorizo pouco… Hoje estou assim... num daqueles dias em que o nosso espírito fica assombrado por dúvidas, contradições, interrogações… num daqueles momentos de introspecção assolada por incertezas e receios, questiono-me sobre a vida e sobre o seu constante rodopiar! É nesse rodopio que ela nos traz as mais inesperadas surpresas: umas boas, outras menos boas…traz-nos risos, mas também choro… A cada instante, o tempo, carrasco implacável de todos os momentos, faz questão de nos dizer que é ele que dá as cartas… A vida é como um puzzle, as peças encaixam umas nas outras, sucessivamente, até estar completamente montado pois nada surge por acaso, muitas das situações que nos ocorrem parecem incompreensíveis, no entanto não são desprovidas de sentido. Tudo na vida tem uma razão de ser, razão essa que na maioria das vezes, escapa ao nosso vão conhecimento! Nem sempre estamos preparados para determinados acontecimentos, daí que nos confranja um pouco adaptarmo-nos a eles, geri-los…Todavia a vida não se compadece com isso, não aguarda que estejamos aptos, pura e simplesmente mostra o seu poder…é a grande mestra e senhora…compõe suas próprias melodias e convida-nos a dançar ao sabor do seu ritmo! Quantas e quantas vezes, confrontados com certas situações, não sabemos como actuar. São muitas vezes momentos de incertezas e até de angústias, em que se nos afigura que o mundo irá desabar sobre nós… São instantes de terrível indecisão… Noutros somos assolados pela decepção mas também esta faz parte da vida…é incontornável! Podemos desapontar-nos com amizades sólidas, com relacionamentos aparentemente perfeitos e connosco mesmos. Até mesmo os mais ardentes apaixonados, ou os idealistas mais arreigados estão sujeitos ao fatídico dia em que o castelo de areia se desmorona. Assim é a vida e cabe-nos erigir, a cada derrocada, um novo castelo, pois sonhar também é viver! Em outros momentos, sentimo-nos como verdadeiros heróis, julgamo-nos invencíveis, incapazes de sermos detidos… São os nossos momentos de euforia, de glória, porque a vida também no-los permite! De facto, a vida é uma verdadeira caixinha de surpresas e na nossa caminhada evolutiva muitos serão os obstáculos que teremos que ultrapassar e muitas serão as decepções que teremos que enfrentar, muitas serão as dúvidas que teremos que superar, muitas serão as feridas a sarar, intensas batalhas teremos que travar! Compete-nos a nós evitar tropeçar e, em cada queda levantarmo-nos com dignidade. Jamais deveremos perder a fé, ser perseverante é condição essencial e devemos acima de tudo, ter sempre presente que a aprendizagem não se faz de um momento para o outro é um processo contínuo, feito de avanços mas também de pequenos recuos! São os tropeços da vida! Assim é a vida, assim estou eu hoje envolvido pelo silêncio dos meus pensamentos... Há momentos assim... Há certas horas..."Há certas horas, em que não precisamos de um Amor... Não precisamos da paixão desmedida... Não queremos um beijo na boca... E nem corpos encontrarem-se na maciez de uma cama... Há certas horas que só queremos uma mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado... Sem nada dizer... Há certas horas, quando sentimos que estamos para chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a fazer-nos sorrir... Alguém que ria das nossas piadas sem graça... Que ache as nossas tristezas as maiores do mundo... Que nos teça elogios sem fim... E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade inquestionável... Que nos mande calar ou nos evite um gesto impensado... Alguém que nos possa dizer: Acho que estás errado, mas estou do teu lado... Ou alguém que apenas diga: Sou o teu Amor! E estou Aqui! " William Shakespeare Nem me atrevo a acrescentar nada a isto... Valentine’s day
Está aí mais um dia dos namorados… Faz hoje exactamente um ano que escrevi algo sobre este dia aqui no blog. Há alguns dias atrás revi o post numa conversa entre amigos sobre o tema… É… mantenho a minha opinião. :) Deixo-vos o link para o post: Link Hazy...Hazy -Rosi Golan feat. William Fitzsimmons Hazy… podia ser apenas o título de uma música do álbum de estreia de uma promissora cantora que descobri na última semana e que me deixou fascinado pelo encanto da sua voz, mas é muito mais do que isso. Hazy fez-me pensar… a simplicidade da sua letra, como aliás se verifica ao longo de todas os músicas do álbum, retrata algo de muito importante na nossa vida, principalmente nos nossos relacionamentos amorosos, questionando algo que certamente todos nós já questionamos dependendo da profundidade dos relacionamentos que já tivemos.
I watched you sleeping quietly in my bed
You don’t know this now but there’s some things that need to be said And it’s all that I can hear, It’s more than I can bare What if I fall and hurt myself? Would you know how to fix me What if I went and lost myself? Would you know where to find me If I forgot who I am, would you please remind me oh? Cause without you things go hazy Verdade, não vos parece? É tudo demasiado mágico e único quando tudo está bem… quando a vida nos corre às mil maravilhas, quando a nossa saúde é de ferro, quando a nossa conta bancária chega para tudo o que precisamos e não temos de perder tempo a contar todos os tostões… quando a nossa beleza exterior é cativante para aquela ou aquele de quem gostamos… quando podemos aproveitar todos os momentos que queremos para estar com aquela pessoa especial, mas (há sempre um mas…), e quando, por alguma razão, algum destes ou outros factores que potenciam a nossa satisfação se perdem? Quando descobrimos que temos uma doença incurável, quando perdemos o emprego, quando as rugas e os sinais da idade começam a dar os seus primeiros sinais… quando, por algum motivo, não podemos passar o tempo que desejávamos com a pessoa de quem gostamos… será que aqueles que juram amar-nos incondicionalmente serão capazes de estar ao nosso lado, de nos apoiar… de não nos deixar cair, ou então de nos ajudar a levantar… infelizmente não posso dizer que SIM com toda a confiança do mundo… no máximo poderei dizer, com a voz tremula de quem tem dúvidas, que… ‘DEPENDE DOS CASOS’… ou das pessoas… o que a julgar pela cultura em franca expansão de que o nosso umbigo é o mais importante... A vida é feita de dificuldades, mas como costumo dizer, se assim não fosse não faria sentido algum a nossa existência! Das dificuldades surge o crescimento, a nossa evolução. Já dizia Fernando Pessoa que guardava todas as pedras do seu caminho porque um dia iria construir um castelo… acontece que cada vez mais, as pessoas escolhem a maneira mais fácil, aquela que permite obter o que procuram da forma mais imediata possível. Limitam-se aos seus próprios interesses, às suas exclusivas vontades! Os interesses comuns são maioritariamente esquecidos e a compreensão, o apoio, a luta por objectivos comuns parecem palavras antigas saídas de um velho livro empoeirado perdido no sótão dos nossos avós. Talvez por isso a letra desta música me tenha chamado tanto à atenção. Normalmente só dá-mos por nós a pensar nestas coisas quando de alguma forma já fomos colocados numa situação similar… porque sabemos das dificuldades que poderemos enfrentar numa situação difícil, e perguntamos a nos mesmos se aquele pessoa que tem uma enorme importância na nossa vida e com quem estamos acostumados a partilhar todos os momentos de alegria, também estará preparada para ficar do nosso lado e ajudar-nos a reencontrar o nosso caminho, caso precisemos… é nestas alturas que, para o bem ou para o mal, as pessoas percebem a grandeza dos seus sentimentos… Sem dúvida, uma excelente música e uma excelente letra! Águas agitadas... "Era uma vez uma pata que pôs quatro ovos.
Enquanto os chocava, uma raposa atacou o ninho e matou-a. Mas, por algum motivo, não chegou a comer os ovos antes de fugir, pelo que eles ficaram abandonados no ninho. Uma galinha choca passou por ali e viu o ninho abandonado. O seu instinto fê-la sentar-se sobre os ovos para os chocar. Pouco depois, nasceram os patinhos e, como é lógico, acharam que a galinha era sua mãe e andavam em fila indiana atrás dela. A galinha, contente com as suas novas crias, levou-as para a quinta. Todas as manhãs, depois do cantar do galo, a mãe galinha esgravatava o solo e os patos esforçavam-se por imitá-la. Como os patinhos não conseguiam arrancar da terra nem uma mísera minhoca, a mamã alimentava todos os bichinhos, dividia as minhocas em pedacinhos e dava de comer aos filhos no bico. Num dia como tantos outros, a galinha foi passear com a sua ninhada pelos arredores da quinta. Os seus patinhos seguiam-na disciplinadamente em fila indiana. Mas, de repente, ao chegar ao lago, os patinhos deram um salto para a água com toda a naturalidade, enquanto a galinha cacarejava desesperadamente, implorando-lhes para saírem do lago. Os patinhos nadavam alegremente e chapinhavam, enquanto a sua mãe saltitava e chorava, com medo que se afogassem. O galo apareceu no lago, atraído pelos gritos da mãe, e analisou a situação. - Não se pode confiar nos jovens - foi a sua sentença. - São uns imprudentes. Um dos patinhos, ao ouvir o galo, aproximou-se da margem e disse: - Não nos culpem a nós pelas vossas próprias limitações. (-Não penses, que a galinha estava enganada. Também não julgues o galo. Não penses que os patos eram prepotentes e rebeldes. Nenhuma destas personagens está errada. O que acontece é que vêem a realidade deposições diferentes. O único erro, quase sempre, é pensar que a posição em que me encontro é a única da qual se consegue ver a realidade. O surdo acha sempre que os que dançam estão loucos.)"
(in "Deixa-me que te conte" por Jorge Bucay) With you...Não sei porque mas esta música não me sai da cabeça, é de Chris Brown - "With You". Para quem não conhece, este é o Alejandro Manzano, vocalista dos Boyce Avenu, tem uma belíssima voz e deixo-vos o site www.myspace.com/boyceavenue, para que possam ouvir mais sobre eles. Serão todas as histórias iguais?...De que valem as histórias se não forem partilhadas? De que valem as linhas que cruzamos ou as regras que quebramos se não existir por trás uma razão? Quase tudo se resume ao amor. E o amor, o amor tem tantas formas! Alguém que nos faz sentir muito quando nos sentimos nada. E ao nosso redor tantos que dizem conhecer-nos quando nada sabem de nós. Não conhecem a história, não sabem o que nos acelera o bater do coração, o que nos causa borboletas no estômago. Os amigos que nos tomam como abençoados e nem sempre sabem ouvir para saber a confusão dentro de nós porque não têm tempo para nos conhecer de verdade. Sim, com certeza fomos feitos para alguém. E o amor alí perto, que sabe que um sorriso esconde as palavras que não se dizem, que ao contrário do mundo nos conhece um pouquinho mais. Serão todas as histórias iguais?... Possivelmente... Eu juro dizer a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade. A Boca da Verdade: antiga máscara em mármore, construída na parede da igreja de Santa Maria in Cosmedin de Roma em 1632.
É interessante como todos se acham sinceros e buscam sinceridade, procuram por pessoas sinceras, odeiam falsidade... e tudo mais. Basta observar nos programas do estilo “namoro ou amizade” da TV que o quesito “ser sincero” está mais presente nas exigências do que uma opção sexual compatível.
Mas, na verdade, a verdade é algo bastante complicado a difícil. Não é tão longe o ponto até o qual estamos prontos e dispostos a oferecê-la e recebê-la. A verdade é ditadora. Imutável, ao contrário da impressão. Única… costuma-se falar em “minhas verdades”, o que na verdade são certezas. Certeza é apenas um estado de espírito que nada tem a ver com a verdade e muito menos com estarmos certos. Imagino a mesma pessoa que odeia gente falsa ouvindo “Sim, meu amor... hoje eu gosto de ti, mas a verdade... no início aproximei-me de ti porque estava atraído por aquele(a) teu(tua) melhor amigo(a)”. Possivelmente deixaria de ter a certeza de que essa pessoa a ama, o que é verdade. É uma verdade mudando a certeza que tinha sobre algo que é a verdade. A verdade desagradável desperta sentimentos para os quais nem todos estão preparados. Pode revelar sobre os outros o que não gostaríamos que fosse verdade, e como não podemos mudar a realidade, fazemos o máximo que podemos, que é preferir não saber. Pode revelar sobre nós mesmos... quando recebemos uma crítica, podemos não ligar a mínima... até que ela se torna ameaçadora, e quanto mais próxima for da verdade, mais ameaçadora se torna e é aí que dá-mos por nós a justificarmo-nos, a defendermo-nos, criando lógicas para mudar a impressão que os outros terão do que não é nada mais que... a verdade. Pode atingir-nos como um tiro. Do outro lado, dizer a verdade é como disparar o tiro. Segundo alguns estudos, apenas 2% das pessoas mesmo numa situação de à queima-roupa não exitam e atiram. Entre a decisão de atirar e o disparo leva-mos 0,25 segundos... mais ou menos o tempo entre abrir a boca e começar a falar... menos da metade do tempo de uma lágrima a cair. Enquanto escrevia este texto lembrei-me de um excerto de “Quando Nietzsche chorou”, um dos melhores livros que li até hoje e que fala sobre verdade e escolhas. Fui ao livro procurar e aqui está...... "Breuer - Tal fervor pela verdade! Perdoe-me se suou desafiador, mas concordamos em falar a verdade. O senhor fala sobre a verdade num tom sagrado. Permita-me perguntar: por que tal paixão, tal reverência pela verdade? Em que é que ela beneficiará o meu paciente desta manhã? Nietzsche - Não é a verdade que é sagrada, mas a procura de nossa própria verdade. Haverá acto mais sagrado do que a auto-inquirição? A minha obra filosófica, dizem alguns, está erigida sobre areia: os meus pontos de vista mudam constantemente. Mas uma das minhas sentenças de granito é: “Tornar-te em quem tu és”. E como descobrir quem e o que se é sem a verdade?
Breuer - A verdade é que o meu paciente tem apenas pouco tempo de vida. Devo oferecer-lhe esse autoconhecimento? Será o meu dever impor aos outros uma verdade que não desejam conhecer?
Nietzsche - Quem poderá determinar o que alguém não deseja conhecer? A verdadeira escolha, a escolha plena, só pode florescer sob o clarão da verdade. Como poderia ser de outra forma?
Breuer – Para o meu paciente desta manhã, qual é a sua gama de escolhas? Ele só tem dias ou semanas de vida, que sentido faz falar de escolhas com ele?
Nietzsche - Se ele não sabe que está prestes a morrer, como pode o seu paciente tomar uma decisão sobre como morrer? Ele tem que decidir como encarar a morte: conversar com os outros, dar conselhos, dizer as coisas que guardou para dizer antes da morte, despedir-se dos outros, ou ficar sozinho, chorar, desafiar a morte, amaldiçoá-la, ficar grato a ela. Cada pessoa é dona da sua própria morte. E cada uma deveria encará-la conforme lhe aprouvesse. Talvez, apenas talvez, tenhamos algum direito de tirar a vida de um homem. Mas não temos nenhum direito de lhe tomar a morte. Isso não é conforto e, sim, crueldade". Pois é... por mais desagradável e difícil que seja, ainda acho que devemos oferecer às pessoas a verdade. Caso contrário, estaremos a tirar delas um direito de escolha. Mas enfim... neste mesmo livro, mais para a frente, também está escrito: "Cada pessoa tem que escolher quanta verdade consegue suportar". É outra escolha... É, parece que este tema dá muito pano pra mangas… O essêncial é invisível aos olhos
- Não posso ir brincar contigo – disse a raposa. - Não estou cativa... - AH! Então, desculpa! - Disse o principezinho. Mas pôs-se a pensar, a pensar, e acabou por perguntar: - O que é que "estar cativa" quer dizer? - É a única coisa que toda a gente se esqueceu – disse a raposa. - Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém. - Laços? - Sim, laços – disse a raposa. - Ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo... Mas a raposa voltou a insistir na sua ideia: - Tenho uma vida terrivelmente monótona. (…) Mas, se tu me prenderes a ti, a minha vida fica cheia de sol. Fico a conhecer uns passos diferentes de todos os outros passos. Os outros passos fazem-me fugir para debaixo da terra. Os teus hão-de chamar-me para fora da toca, como uma música. E depois, olha! Estás a ver, ali adiante, aqueles campos de trigo? Os campos de trigo não me fazem lembrar de nada. E é uma triste coisa! Mas os teus cabelos são da cor do ouro. Então, quando eu estiver presa a ti, vai ser maravilhoso! Como o trigo é dourado, há-de fazer-me lembrar de ti. E hei-de gostar do barulho do vento a bater no trigo... A raposa calou-se e ficou a olhar durante muito tempo para o principezinho. - Por favor...Prende-me a ti! - Acabou finalmente por dizer. - Eu bem gostava – respondeu o principezinho – mas não tenho muito tempo. Tenho amigos para descobrir e uma data de coisas para conhecer... - Só conhecemos as coisas que prendemos a nós – disse a raposa. - Se queres um amigo, prende-me a ti! - E o que é que é preciso fazer? - Perguntou o principezinho. - É preciso ter muita paciência. Primeiro, sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não me dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto... O principezinho voltou no dia seguinte. - Era melhor teres vindo à mesma hora – disse a raposa. Se vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu começo a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca saberei a que horas é que hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito...São precisos rituais. Foi assim que o principezinho prendeu a raposa. E quando chegou a hora da despedida: - Ai! - Exclamou a raposa – ai que me vou pôr a chorar... - A culpa é tua – disse o principezinho.- Eu bem não queria que te acontecesse mal nenhum, mas tu quiseste que eu te prendesse a mim... - Pois quis – disse a raposa. - Mas agora vais-te pôr a chorar! - Disse o principezinho. - Pois vou – disse a raposa. - Então não ganhaste nada com isso! - Ai isso é que ganhei! - Disse a raposa. - Por causa da cor do trigo... - Adeus... - Adeus – disse a raposa. Vou-te contar um segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos... - O essencial é invisível para os olhos – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer. Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante. Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que está preso a ti. Tu és responsável pela tua rosa... - Sou responsável pela minha rosa... – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer. Comunicação![]() Comunicação… é a primeira coisa que realmente aprendemos na vida… O engraçado é que quando crescemos, aprendemos as palavras e realmente começamos a falar, é mais difícil saber o que dizer… ou pedir o que realmente precisamos. No final de cada dia, há coisas que não podemos evitar conversar. Algumas simplesmente não queremos escutar… e algumas dizemos porque já não podemos ficar mais em silêncio. Algumas coisas são mais do que aquilo que dizemos… são aquilo que fazemos. Algumas coisas dizemos porque não há outra escolha. Algumas coisas mantemos para nós mesmos. E não com frequência… mas de vez em quando… algumas coisas simplesmente falam por si. |
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